Sábado, 30 de Outubro de 2010

Esta lesma-do-mar é movida a energia solar

Fingem ser como as plantas, caso raro entre os animais. Podem ser tão boas ou até melhores do que as algas a usar a luz do Sol na obtenção do seu alimento - como agora descobriu uma equipa de biólogos portugueses.
Como um vampiro, faz um pequeno furo na alga. Depois, suga-lhe todo o conteúdo celular e passa a comportar-se como uma planta, usando a luz solar para produzir parte do seu alimento. Só que não é uma planta, nem lá perto - é uma lesma-do-mar.


Três biólogos portugueses foram de propósito apanhá-la em dois locais do Mediterrâneo e publicaram um artigo na revista Journal of Experimental Marine Biology and Ecology com o que descobriram: ela pode ser mais eficiente na fotossíntese do que as algas que come.
A Elysia timida, o nome científico desta espécie de lesma-do-mar, foi descrita pela primeira vez no início do século XIX. Faz parte de um grupo designado por lesmas-do-mar movidas a energia solar, que é conhecido há bastante tempo. Quase desde a sua descoberta que se percebeu que têm capacidade de fazer fotossíntese, diz Bruno Jesus, um dos autores do artigo, do Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. "Era estranho serem verdes."
É que esse roubo não é discreto. Quase todas as lesmas-do-mar fotossintéticas, capacidade rara entre os animais, são verdes. Esta cor é-lhe conferida pelas estruturas mais importantes das plantas para a fotossíntese - os cloroplastos. Ou seja, as fábricas de energia das plantas.
Entre as 6000 espécies de lesmas-do-mar descritas até agora em todo o mundo, conhecem-se quase 300 movidas a luz solar, todas a viver em associação com algas verdes que podemos ver com frequência nas praias.
Tal como a alga que come, a Acetabularia acetabulum, a Elysia timida não mora nas costas portuguesas. Vive em profundidades baixinhas e em zonas onde há muita luz. "Bastou andarmos de óculos em apneia que se apanhou bem", conta Bruno Jesus.
Em Portugal continental, também há uma lesma fotossintética, só que de outra espécie (a Elysia viridis). Mas a equipa de biólogos - que inclui ainda Patrícia Ventura, do mesmo centro de oceanografia, e Gonçalo Calado, da Universidade Lusófona - elegeu a prima mediterrânica para as suas investigações, porque, entre outros aspectos, os pigmentos fotossintéticos que ela rouba à alga são bastante claros, o que os torna mais fáceis de estudar.
Uma só célula gigante
Enquanto a alga, que é encimada por um chapéu, atinge cinco centímetros de altura, os maiores exemplares da lesma têm apenas um de comprimento. A relação entre as duas ganha contornos ainda mais curiosos quando Bruno Jesus revela que a alga é feita de uma única célula. É dos maiores seres unicelulares.
Portanto, a lesma tem a vida facilitada quando a come: em vez de ter de abrir diversos buracos, para retirar o conteúdo de inúmeras células, só precisa de o fazer uma vez para sugar a parte onde se encontram os cloroplastos. "Como é uma célula gigante, consegue ter acesso a todo o seu conteúdo de uma só vez. Mas não come a alga toda, deixa ficar a parte de fora", explica Bruno Jesus.
Os cloroplastos ingeridos pela lesma passam depois pelo seu tracto digestivo sem serem digeridos e mantêm-se funcionais, qual cleptómana. Roubados assim às algas, podem produzir energia tal como o faziam na alga. Enquanto outros animais desperdiçam os cloroplastos, ela aproveita-os para obter parte do seu alimento. A outra parte é obtida através da digestão do próprio conteúdo celular da alga.
No caso desta lesma, as largas centenas de cloroplastos funcionaram durante várias semanas. As fábricas de energia roubadas vão-se depois degradando, mas, até a lesma acabar por perdê-las, verificou-se que, em situações de excesso de luz, é mais eficiente do que a alga na fotossíntese. Este é o primeiro resultado de um projecto de investigação português, o SymbioSlug, coordenado pelo Instituto Português de Malacologia, que estuda esta curiosa relação entre animais e plantas.
Há uma explicação para tanta eficiência. Quando os cloroplastos das plantas estão sujeitos a condições de grande exposição solar, o rendimento da fotossíntese baixa, porque só contam com mecanismos fisiológicos para se protegerem do excesso de luz. Os cloroplastos roubados, além desta protecção, beneficiam ainda de uns prolongamentos da pele da lesma, que podem abrir-se ou fechar-se consoante a quantidade de luz ambiente. Enrolam-se como um charuto, tapando a parte verde onde estão os cloroplastos com a parte branca do corpo.
A lesma também pode simplesmente fugir das zonas com muita luz. É como usar o melhor de dois mundos: fazer fotossíntese como uma planta e comportar-se como um animal. "É fascinante como um animal pode ser ainda mais eficiente a fazer fotossíntese do que a alga a quem roubou a maquinaria", diz Bruno Jesus.

Barreiras quebradas

Até há pouco tempo, não se sabia como as fábricas de energia das plantas se mantinham em funcionamento dentro das lesmas. "Estes animais conseguem não só pôr os cloroplastos dentro das suas células - o que já é impressionante -, como pô-los a funcionar", sublinha Bruno Jesus. Como é isto possível?
Nas plantas, os cloroplastos estão sob o comando de genes que se encontram no núcleo das células vegetais. Mas, uma vez ingeridos pelas lesmas, como é que são postos a trabalhar?
O mistério foi esclarecido de vez em 2008, por uma equipa norte-americana, que encontrou genes do núcleo celular de uma alga... dentro do núcleo das células de uma lesma-do-mar. Afinal, ao longo da evolução, alguns genes do núcleo celular das algas tinham sido transferidos para o das lesmas. Este tipo de transferência de genes já era conhecido entre bactérias - "mas não entre um animal e uma planta", sublinha Gonçalo Calado. "Isto foi uma grande inovação."
É por esta razão que as lesmas-do-mar são únicas entre os animais, e não por fazerem fotossíntese. Embora seja raro, conhecem-se outros animais fotossintéticos, como certos corais, que vivem associados a uma microalga (também de uma só célula). A diferença é que esses corais introduzem no seu interior a alga inteira, e não apenas as suas fábricas de energia. "O que é único neste grupo de lesmas-do-mar é que apenas incorporam os cloroplastos nas suas células. E, para funcionarem, têm de ter informação vinda do núcleo do animal, pois deixaram de ter o núcleo da alga", frisa Gonçalo Calado. "Isso é que é único."
Compreender como um sistema celular vegetal consegue funcionar dentro de um animal é um dos motivos por que os cientistas se sentem tão fascinados pelas lesmas-do-mar. "Já quebraram muitas das barreiras cognitivas que tínhamos na cabeça", diz Gonçalo Calado.
(Bruno Jesus)

http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/esta-lesmadomar-e-movida-a-energia-solar_1462604

Sábado, 21 de Agosto de 2010

Para reflectir!!

Vivemos absorvidos por nossas rotinas, os nossos costumes, trabalho, escola, relacionamentos, família ... Tudo é muito rápido e estressante. Peço-lhe para parar um segundo, deixar de lado todas as preocupações que temos neste momento e olhar em seus olhos. Por um momento, pôr em prática. Questionar os valores de superioridade que nos foram transmitidos e reconstruir a forma como vemos a nós mesmos e aos nossos animais animais é que vamos começar a ver de outra maneira. Não vejo neste alimento foto, eu vejo um bebê. E você?

Um texto original de Javier Moreno.
Vivimos absorbidos por nuestra rutina, nuestras costumbres, trabajo, facultad, relaciones personales,familia... Todo es demasiado rápido y estresante. Te pido que pares un segundo, dejes a un lado todas las preocupaciones que tienes en este momento y le mires a los ojos. Por un momento ponte en su lugar. Cuestionar los valores de superioridad que nos han transmitido y reconstruir la forma en la que nos vemos a nosotros mismos y al resto de animales hace que empecemos a ver de otra manera. Yo en esta imagen no veo comida, veo a un bebé. ¿Y tú?

Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

Aumenta 'zona morta' no golfo do México

DERRAME DE PETRÓLEO
Investigadores da universidade de Michigan (EUA), coordenados pelo ecologista marinho Donald Scavia, admitem que a "zona morta" (sem oxigénio) será este ano mais vasta do que habitualmente no Golfo do México, devido ao derramamento de petróleo em curso. No entanto, a quantificação desta influência negativa é ainda incerta.

De acordo com os investigadores, essa extensão de mar improdutivo vai prolongar-se pelas próximas décadas, causando prejuízos da ordem dos 659 milhões de dólares no sector pesqueiro.

Para este ano, a equipa de Donald Scavia está a prever uma extensão de 10,5 mil quilómetros quadrados da área morta no Golfo, superior à média de 9,6 mil quilómetros quadrados registada em anos anteriores. "Não estamos certos sobre o impacto do derrame de petróleo, mas a combinação da diminuição do oxigénio no Verão e a toxicidade do petróleo terá um efeito negativo", disse Donald Scavia.

in DN

Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Protesto Contra mais uma Imoral Tourada no Campo Pequeno (Dia 20 e 29 de Maio)


Nos dias 20 e 29 de Maio não falte aos protestos da ANIMAL | Participe e Divulgue!


Dia 20, Quinta-Feira, entre as 20h e as 22h30m, no Campo Pequeno

Venha Vestida/o de Negro Protestar Contra mais uma Imoral Tourada no Campo Pequeno

Várias/os activistas estarão, durante todo o tempo do protesto, a encarnar a pele dos touros que serão barbarizados dentro da “Catedral dos Horrores”. Enquanto isso, as/os restantes participantes, vestidas/os de negro, estarão em silêncio a manifestar-se contra todo aquele horror.


Dia 29, Sábado, entre as 15h e as 18h, no Campo Pequeno

Venha Protestar Contra Mais Um Cruel Evento Tauromáquico que Pode conhecer melhor aqui:

Traga todos os utensílios que puder para fazer barulho. Se as/os torturadoras/es pensam que podem passear-se alegremente enquanto se preparam (e depois o fazem) para brutalizarem animais sem sofrerem contestação, enganam-se. Estaremos ali a lembrá-los de que os animais têm defensoras/es e de que estas/es incomodam, e não é pouco.

http://www.facebook.com/profile.php?id=1841033493&ref=profile#!/pages/Anti-Tourada/248592866992

http://blogdaanimal.blogspot.com/2010/05/nos-dias-20-e-29-de-maio-nao-falte-aos.html


«A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todos os lugares.» -- Martin Luther King Jr.

Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Contra la utilizacion de perros y gatos vivos como carnada para tiburones

En la costa este de Madagascar, concretamente en la isla Reunión es un departamento de ultramar de Francia, situado en el Océano Índico, al este de Madagascar y perteneciente a la Unión Europea. Como el resto de departamentos de ultramar, la isla también es una región de Francia y forma parte de la República.
Hay "pescadores" que tratan de capturar tiburones utilizando perros y gatos como cebos. Cogen a perros y gatos callejeros y les inmobilizan las piernas con alambre, a continuación les clavan anzuelos por el cuerpo y les arrojan al mar con un extremo de los sedales atado a una madera flotante. Les dejan de noche en el agua a la espera de que algún tiburón se acerque atraído por la sangre y pique en el anzuelo, quedando así enganchado hasta que al día siguiente vaya el "pescador" a por él.

Perros y Gatos Destinados a servir como carnada para la pesca son utilizados como carnadas vivientes para la captura de tiburones.

Muchas partes del cuerpo sirven de anzuelo: las patas traseras, las patas delanteras, un hilo de nailon cosido al hocico o al craneo, o un gancho en la boca.

Los perros y gatos vivientes sirven como cebo para atrapar tiburones La isla Reunion cuenta con casi 150 000 perros callejeros viviendo por si solos, victimas de maltratos regulares y particularmente crueles. Y como si fuera poco, los perros son utilizados como carnadas vivientes para la pesca de tiburones, clavandoles anzuelos antes de lanzarlos al mar!

Ayudanos invita a todos tus amigos de Facebook a unirse a esta causa, Gracias.

Como puedes Ayudar .. invita a tus amigos a este grupo

Reunamos 5.000.000 cinco millones de personas en Facebook, en favor de esta causa para que las organizaciones internacionales nos escuchen y asi conozcan nuestra protesta, invita a tus amigos a este grupo, ayudanos, gracias,,

SIGAN UNIENDOSE A NUESTRO GRUPO: ENTRE MAS PERSONAS ESTEN UNIDAS AL GRUPO MAYOR SERA NUESTRA POSIBILIDAD DE HACERNOS OIR Y GENERAR UN CAMBIO EN EL PLANETA, RECUERDE QUE ESTE GRUPO ESTA CREADO PARA DENUNCIAR LOS ACTOS MALVADOS CONTRA LOS ANIMALES,

Si usted conoce un acto malvado contra animales y lo sabe por favor comuníquese con este grupo para investigar y hacer una gestión y trabajo para detenerlo

Me alegra la solidaridad de las personas que se han unido a nuestro grupo, tambien personas que nos han dado sugerencias y opiniones. Gracias

Las opiniones de personas que nos han escrito estando de acuerdo a estas practicas, las respetamos mas no compartimos, pero es importante que el grupo conozca que aunque parezca increible hay personas que apoyan estas practicas

Documentación sobre esta Denuncia, Importantes entidades y de prestigio a nivel internacional han publicado información sobre esta practica en sus paginas web como:

National Geographic: http://news.nationalgeographic.com/news/2005/10/1019_051019_dog_shark.html

El mas Importante diario Ingles de Sun: http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/article101695.ece

Entidad importante en la protección de los animales: http://www.veganimal.info/article.php3?id_article=499

Un video muy importante Sobre la noticia y esta practica: http://www.30millionsdamis.fr/acces-special/web-tv/agir/jugement-a-la-reunion.html

in http://www.facebook.com/profile.php?id=100000479149376#!/group.php?gid=79613097111&ref=mf

Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

O cão anti-sistema

"Lukánikos, um cão de rua grego, tem uma cobertura mediática invulgar .- O cachorro, aparece em fotos de motins em Atenas, desde dezembro de 2008

Descobriu-o o jornal britânico The Guardian. Sob o título Kanel, do manifestante cão grego, o jornal publicou uma extensa cobertura fotográfica sobre o papel curioso de um quadrúpede mil raças, médias e dentes colarinho azul usado para ensinar aos homens o MAT (motim) e não hesita até o gás lacrimogêneo, quase todas as manifestações de dois anos desde agitação do centro de Atenas. Só Kanel -uma alusão à cor de sua pele não satisfazer esse nome, mas de Lukánikos (salsicha).

O relatório do Guardian chamou a atenção de outros meios de comunicação estrangeiros, onde deve ser dito, Lukánikos, Luk amigas, mais câmara suga na Grécia, apesar de agora dedica uma página inteira Ta Nea (centro-esquerda ), a revista nada suspeito de sensacionalismo. Após oGuardian, foram fixadas em Luk jornal italiano Il Corriere della Sera e La Repubblica, os E.U. semanal Newsweek, o jornal francês Libération ,o canadense Globe and Mail, ou o suecoAftonbladet.

A presença de Lucas nas manifestações, a maior parte pacífica, mas os excessos violentos, não é surpreendente. Centro de Atenas está cheio de cães vadios, absolutamente seguro, que passam horas deitado no pança debaixo de uma árvore ou na calçada. Se o piso é de mármore, tanto melhor: por exemplo, a esplanada do Parlamento na Praça Syntagma. Isso ocorre no inverno e no verão. Os gregos são o tipo de animais, também com os milhares de gatos espalhados por toda parte, e há sempre uma alma generosa com eles sobre os restos de uma taverna, ou uma loja de alimentos pouco. A Prefeitura é responsável pela vacinação e esterilização delas, indicadas com um colar de homens de azul e vermelho para fêmeas.

Mas o que de Lukánikos bateu todos os recordes. Para além da sua presença na mídia internacional, o cão ", a mascote dos gregos, que está sempre na frente", escreve Ta Nea- saltou para a Internet, que as estrelas vários vídeos postada no YouTube , tem sua blog e outros com entradas dedicadas ao animal. Ele também gosta de seus próprios grupos de amigos no Facebook. Riot Dog, uma das páginas dedicadas a ele que rede social, tem cerca de 10 mil seguidores. Ele tem outra, Kanellos, com cerca de 2.800 fãs.

Este último nome, usado pelo Guardian foi uma referência ao anti-cão grupo baseado no bairro do-up Exarjia área de Atenas, no sentido mais amplo: a partir de confrontos com a polícia de choque para muitos bares e -clubs, onde morreu em julho de 2008 com 17 anos de idade, um comando de movimento anti-todo, que também tem o seu próprio blog. Lukánikos, seu sucessor, fez sua estréia no mundo radical em dezembro daquele ano, em tumultos que se seguiram à morte do jovem Alexis Grigorópulos, 15, baleado pela polícia. Existe alguma confusão e meios de comunicação virtuais, de modo que o mesmo cão (pelo menos na aparência) aparece em ambos os blogs e notícias batizado como Kanel como Lukánikos.

O cachorro levou o seu amor de gás lacrimogêneo, aparentemente, porque desde então não perdeu nenhum caso ter obtido a raiva. Uma nova raça de manifestante, chamado agora o jornal Ta Nea. Embora, a saber, as dezenas há cães vadios em Atenas, muitos clones já Lukánikos, ou até mesmo o falecido Kanel.

Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

Fotografado o 'Tigre das Terras Altas'

Os gatos-bravos britânicos são habitualmente esquivos, mas esta semana houve um que não conseguiu escapar à lente de uma câmara fotográfica: o gato-bravo escocês, popularmente conhecido por "tigre das Terras Altas", considerado em perigo de extinção e uma espécie emblemática daquela região.Este raro momento foi capturado após a colocação de foto-armadilhas - dispositivos de infravermelhos que fazem a câmara fotográfica ou de vídeo disparar de cada vez que um animal passa por ali - nas árvores do Cairngorms National Park, situado no Norte da Escócia. Estes aparelhos conseguem registar imagens dos animais durante períodos que vão até vários meses. "Os gatos-bravos são muito tímidos e reservados. Tornam-se activos principalmente à noite e é realmente difícil para as pessoas aproximarem-se para os poderem ver de maneira apropriada", disse à BBC News David Hetherington, responsável do parque escocês. Para Hetherington, as foto-armadilhas são uma "excelente maneira de se obter uma visão mais aproximada dos locais onde os gatos-bravos vivem, quando estão activos e que habitat estão eles a usar".Os especialistas acreditam que a população do gato-bravo escocês caiu para cerca de 400 elementos e, por isso, estão em curso iniciativas para impedir que o "tigre das Terras Altas" se extinga. "A maior ameaça para estes gatos é o cruzamento da sua espécie com gatos domésticos", diz o responsável do parque, que explica que "apesar do temperamento diferente, como são geneticamente parecidos, conseguem produzir híbridos férteis".
in DN